Quanto custa mobiliar um escritório em São Paulo?
Para um escritório de 10 pessoas em São Paulo, com estações de trabalho, sala da diretoria e sala de reunião, o mobiliário planejado de fábrica fica entre R$ 30 mil e R$ 43 mil, ou R$ 3.000 a R$ 4.300 por pessoa. São referências de tabela da Projeto Promov em outubro de 2026, com frete e montagem inclusos. O orçamento final depende de medidas, acabamento, quantidade e projeto.
Este guia mostra como chegar ao número do seu caso: o custo de cada posição de trabalho, o peso das áreas comuns, os erros de dimensionamento que encarecem a compra e o que observar ao comparar propostas.
Quanto custa uma posição de trabalho completa?
Uma posição de trabalho completa, com estação, gaveteiro e cadeira, custa entre R$ 2.000 e R$ 2.750, considerando a cadeira operacional no valor de entrada. É a base de qualquer estimativa, porque se repete para cada pessoa da equipe.
| Item da posição | Faixa de referência |
|---|---|
| Estação de trabalho plataforma, linha linear (por lugar) | R$ 700 a R$ 1.000 |
| Estação de trabalho plataforma, estrutura reforçada (por lugar) | R$ 900 a R$ 1.350 |
| Gaveteiro | R$ 500 a R$ 950 |
| Cadeira operacional | a partir de R$ 800 |
A estação plataforma é um conjunto de tampos que compartilham a mesma estrutura de pés e vigas. Por isso, o valor por lugar cai à medida que o conjunto cresce: cerca de R$ 1.650 numa estação de 1 lugar e cerca de R$ 800 por lugar numa de 12. Para equipes que trabalham lado a lado, agrupar as posições em conjuntos maiores é a forma mais direta de reduzir o custo por pessoa.
Quanto custam os móveis das áreas comuns?
As áreas comuns (diretoria, reunião, arquivo e recepção) são compradas uma vez e divididas pela equipe inteira. Em escritórios pequenos, elas pesam mais no custo por pessoa; em equipes maiores, se diluem.
| Ambiente | Item | Faixa de referência |
|---|---|---|
| Diretoria | Mesa executiva | R$ 2.000 a R$ 4.200 |
| Diretoria | Cadeira executiva | cerca de R$ 2.000 |
| Diretoria | Credenza | R$ 2.700 a R$ 3.200 |
| Diretoria | Aparador | R$ 1.400 a R$ 2.250 |
| Reunião | Mesa de 1,3 a 2,0 m | R$ 2.000 a R$ 3.050 |
| Reunião | Mesa de 2,0 a 2,8 m | R$ 2.650 a R$ 4.250 |
| Reunião | Mesa de 2,8 a 3,6 m | R$ 3.550 a R$ 5.850 |
| Reunião | Mesa acima de 3,6 m | R$ 4.450 a R$ 7.950 |
| Armazenamento | Armário baixo | R$ 700 a R$ 1.400 |
| Armazenamento | Armário médio | R$ 1.300 a R$ 2.200 |
| Armazenamento | Armário alto | R$ 1.500 a R$ 2.450 |
| Armazenamento | Armário piso-teto | R$ 2.100 a R$ 3.200 |
| Armazenamento | Locker (2 a 5 portas) | R$ 850 a R$ 1.550 |
| Recepção | Balcão de recepção | R$ 2.100 a R$ 2.950 |
| Estações | Painel divisor entre posições | R$ 250 a R$ 400 |
Valores por unidade, de tabela, em outubro de 2026. Cadeiras de reunião e de espera não estão na lista porque variam muito conforme o modelo. Divisórias de ambiente também ficam de fora: o preço delas depende da metragem e do tipo de vedação, não da quantidade de móveis.
Exemplo: quanto custa mobiliar um escritório para 10 pessoas?

Considere uma empresa com 10 pessoas na operação, um diretor e reuniões com até 8 participantes.
- 10 posições completas: R$ 20.000 a R$ 27.500.
- Sala da diretoria, com mesa e cadeira executivas: R$ 4.000 a R$ 6.200.
- Mesa de reunião de 2,0 a 2,8 m: R$ 2.650 a R$ 4.250.
- 2 armários altos para arquivo: R$ 3.000 a R$ 4.900.
O total fica entre R$ 30 mil e R$ 43 mil. A diferença entre os extremos vem principalmente da linha da estação, do gaveteiro e da mesa executiva escolhidos. Se a empresa recebe clientes, some o balcão de recepção. Se parte da equipe trabalha em posições compartilhadas, lockers podem substituir alguns gaveteiros individuais.
Num escritório menor, de 4 pessoas, com estação de 4 lugares, gaveteiros, cadeiras operacionais, uma mesa de reunião de até 2,0 m e um armário alto, a mesma conta fica entre cerca de R$ 12.700 e R$ 16.500. O valor por pessoa sobe, porque a mesa de reunião e o armário são divididos por menos gente.
Como evitar pagar por móveis que a rotina não pede?
Superdimensionar é uma das formas mais comuns de encarecer o orçamento: mesa de reunião maior do que o necessário, armários a mais ou uma posição fixa para cada pessoa quando parte da equipe trabalha fora. Algumas referências ajudam a acertar o tamanho.
- Mesa de reunião: referências de projeto usadas no mercado indicam de 65 a 75 cm de borda por pessoa sentada. Assim, uma mesa de 2,0 a 2,8 m acomoda de 6 a 8 pessoas.
- Sala de reunião: o manual federal de ocupação de imóveis públicos (Ministério da Economia, 2022) usa 2,5 m² por lugar, já com circulação. Uma sala para 8 pessoas pede cerca de 20 m².
- Armazenamento: armários baixos atendem o uso diário perto das estações. Já os altos e os piso-teto concentram o arquivo e aproveitam o pé-direito em vez de ocupar piso.
- Posições compartilhadas: no trabalho híbrido, dimensione pelo número de pessoas presentes no dia de maior ocupação, e não pelo total da equipe.
Antes de orçar, liste também o que já existe e está em bom estado. Móveis que ainda atendem à rotina podem ser mantidos, desde que cores e alturas não destoem do conjunto novo.
Vale a pena comprar os móveis em etapas?

Vale quando o caixa pede e o layout já prevê a expansão, para que as novas posições sigam o mesmo padrão. No entanto, na estação plataforma o valor por lugar cai com o tamanho do conjunto. Por isso, quando a contratação está próxima, fechar o conjunto inteiro de uma vez costuma sair mais barato por pessoa.
Por que duas propostas têm valores tão diferentes?

Duas propostas para o mesmo número de posições costumam variar porque raramente descrevem o mesmo produto. Os pontos que mais pesam são:
- medidas dos tampos e altura dos armários;
- linha da estação (estrutura simples ou reforçada) e acabamento das chapas;
- quantidade, já que conjuntos maiores diluem estrutura e montagem;
- peças fora do padrão, que exigem engenharia e fabricação dedicadas;
- o que está incluído: frete, montagem e projeto.
Para comparar de forma justa, peça que cada proposta traga medida, acabamento e quantidade por item, e informe por escrito o que está incluído. Na Projeto Promov, frete e montagem já fazem parte do preço dentro de São Paulo e da Grande São Paulo; por isso, o endereço da empresa na região não muda o valor. O projeto é desenvolvido sem custo quando há intenção de compra do mobiliário; se a empresa quiser só o projeto, ele é orçado separadamente.
Como o mobiliário entra na contabilidade da empresa?

Depreciação é a forma contábil de distribuir o custo de um bem ao longo da vida útil dele. Para a Receita Federal, móveis para escritório têm vida útil de 10 anos e taxa de depreciação de 10% ao ano, conforme o Anexo III da Instrução Normativa RFB nº 1.700/2017. Num investimento de R$ 36 mil, isso equivale a cerca de R$ 3.600 por ano.
Esse número ajuda a comparar a compra com despesas recorrentes, como a locação de mobiliário. O efeito no imposto, porém, depende do regime tributário da empresa. Confirme o tratamento com o contador antes de decidir.
Como a Projeto Promov monta esse orçamento?

A Projeto Promov projeta, fabrica e instala o mobiliário corporativo da empresa, com fabricação própria em São Paulo. O orçamento parte do layout: primeiro se define onde ficam as posições, a reunião, a diretoria e o arquivo; depois, cada item entra com medida, acabamento e quantidade.
Na prática, isso evita somar peças avulsas que não conversam entre si e deixa a proposta comparável item a item com qualquer outra.
Projeto Promov: mobiliário corporativo planejado em São Paulo

A Projeto Promov é uma fábrica que desenvolve o projeto do mobiliário, fabrica em estrutura própria e realiza a entrega e a montagem em São Paulo. O projeto pode ser desenvolvido a partir do layout do arquiteto ou de uma medição no local.
Se você está planejando um escritório, fale com a equipe da Projeto Promov.